País
Habitação. Seguro responsabiliza "todos os partidos" por falta de soluções
O Presidente da República comentou o direito de os manifestantes se expressarem livremente e afirmou compreender as motivações dos mais jovens, recordando que devem cumprir as obrigações de cidadania. O chefe de Estado apelou a que todos os partidos chegassem a um entendimento comum.
Luís Montenegro falou em tranquilidade e pediu aos manifestantes do Movimento pela Habitação que "não sejam egoístas". António José Seguro recusou comentar o posicionamento do primeiro-ministro, mas apontou responsabilidades a todas as forças políticas.
“A habitação é um problema que necessita de uma resposta” e “entendimentos interpartidários”. “Todos os responsáveis políticos” têm a obrigação de apresentar soluções, indicou.
Em direto a partir da Eslovénia, onde participa na reunião anual do Grupo de Arraiolos, constituído por chefes de Estado de países da União Europeia, classificou os protestos como um direito natural à livre expressão, pedindo, ainda assim, que os jovens respeitem a lei.
“A habitação é um problema que necessita de uma resposta” e “entendimentos interpartidários”. “Todos os responsáveis políticos” têm a obrigação de apresentar soluções, indicou.
Em direto a partir da Eslovénia, onde participa na reunião anual do Grupo de Arraiolos, constituído por chefes de Estado de países da União Europeia, classificou os protestos como um direito natural à livre expressão, pedindo, ainda assim, que os jovens respeitem a lei.
“[A Constituição] diz que todos têm de cumprir a lei. O pior que pode acontecer é que, quando se luta por causas justas, a forma que é encontrada vá contra a lei. Todos nós temos de cumprir a lei", disse.
O Movimento pela Habitação, que está em protesto no Porto pelo quinto dia consecutivo, denunciou uma intervenção policial violenta durante a madrugada.